casa rural alentejana

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casa rural alentejana de Beatriz Lamas Oliveira

domingo, 23 de outubro de 2016

Outono é tempo de....

Brincar na rua, aproveitar o sol e o pouco vento.

Ver o que aconteceu às couves da horta,
e quem foram os responsáveis.

É tempo de falar das andorinhas. 
Experimentámos fazer ninhos de andorinha depois de perguntarmos em casa como é que as andorinhas faziam os seus ninhos.

Fizemos o registo daquilo que já sabemos.

Trabalhos com folhas de plátano, como as da nossa árvore grande.

E trabalhos com frutos (colorimos, recortámos, cortámos o fruto em tiras por cima do risco, montámos e colámos). Ainda "dividimos o nome do fruto em bocadinhos", e colorimos o número de bolinhas correspondente. 
É ou não é muito trabalho?

Jardim de Infância da Afeiteira

1 comentário:

  1. Um passarinho que comeu das sementes24 de outubro de 2016 às 16:30

    Oh!!! É que estou mesmo admirada. Que grande surpresa que me fizeram sem querer. Então vocês fizeram o retrato das minhas primas todas. Mas que bonitas que as primas andorinhas ficaram! Estou até vaidosa de ter uns amiguinhos tão habilidosos e que não perdem tempo, já vestiram de Outono o jardim da Afeiteira. Pois eu achei o vosso trabalho bonitíssimo. Uma lindeza aqueles bicos que elas têm. E as asas abertas? Que coisa mais jóia. Olhem, se deixam aí os ninhos ainda uma prima minha se engana e, na primavera, põe lá os ovos. Ai isso é.Está tudo tão bem feitinho que parece mesmo verdade. PARABÉNS A TODOS!!!

    Vocês desculpem. Eu até gostei das lagartinhas marotas que comeram as couves; e das folhas que vocês pintaram; e dos frutos todos riscadinhos e com as cores de cada um marcadas. Pronto, é assim, vocês são um espanto, tomem lá muitas bicadinhas de amizade.

    E sai um poema para animar os meus meninos queridos

    Tudo ao contrário

    O menino do contra
    queria tudo ao contrário
    deitava os fatos na cama
    e dormia no armário

    Das cascas dos ovos
    fazia uma omolete;
    para tomar banho
    usava a retrete

    Andava, corria
    de pernas para o ar;
    se estava contente,
    punha-se a chorar

    Molhava-se ao sol,
    secava na chuva
    e em cada pé
    usava uma luva

    Escrevia no lápis
    com um papel;
    achava salgado
    o sabor do mel

    No dia dos anos
    teve dois presentes:
    um pente com velas
    e um bolo com dentes


    E para saberem mais, procurem aqui
    http://issuu.com/guimaraes2010/docs/poemas_da_mentira_e_da_verdade_1?e=2564542/6407541

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